sábado, 5 de fevereiro de 2011

Aprenda a preparar um bambá de couve para recuperar energias depois da festa

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Karin Honorato fala sobre o uso de fitoterápicos tidos como emagrecedores

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Conheça os segredos da 'comida viva'

Nutricionista Karin Honorato conversa com educadora Jane Susie.Aprenda a preparar a germinação de vários grãos e sementes.

Cintia Paes Do G1 MG

A comida viva é uma opção de nutrição que vem ganhando destaque entre os adeptos da alimentação saudável. Mas, para conseguir o máximo de nutrientes e, por consequência, benefícios para a saúde, que os grãos e sementes podem prover, é preciso fazer as técnicas adequadas da germinação para cada grão.

Na comida viva, são usados grãos e sementes como amêndoas, nozes, girassol, trigo, lentilha, alfafa, feijão moyashi, entre outros.
Os grãos, como explica a especialista Jane Susie, educadora em alimentação viva formada pelo instituto Terrapia, da Fiocruz, no Rio de Janeiro, devem ser germinados no ar, na água ou na terra.
E a forma de germinação correta é que vai permitir, segundo a educadora, que esse grão se transforme em uma fonte poderosa de nutrientes.

Abaixo, veja o tempo de germinação na água e no ar dos grãos e das sementes citado na reportagem:

Sementes que germinam na água
Amêndoa: 48h na água
Nozes: 8h na águaGirassol sem casca: 8h na água

As sementes que germinam na água não podem ficar fora d'água, pois fermentam e perdem o valor nutricional.

Sementes que germinam no ar
Girassol com casca: 8h na água e 8h no ar
Trigo: 8h na água e 8h no ar
Lentilha: 8h na água e 8h no ar

Brotos que germinam no ar (levam de 3 a 5 dias até ficarem no ponto para consumo)

Alfafa: 8h na água e fica no ar até as folhinhas verde aparecerem, enxaguando sempre pela manhã e à noite.
Feijão moyashi: 8h na água e fica no ar até começar a apontar 2 folhinhas.

Brotos que germinam na terra
Trigo e girassol: Primeiro segue a germinação da semente.
Depois, se planta a semente germinada no húmus.

Dicas de Jane Susie, da Oficina Germinar BH e educadora em alimentação viva formada pelo Terrapia/Fiocruz/RJ.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

RECEITAS NATURAIS

Para estimular a Produção de leite Materno, Digestivo, contra Cólicas e Prisão de Ventre: Faça uma infusão com 1 xícara(café) de folhas de Hortelã picadas, para meio litro de água. Tomar uma xícara de chá, seis vezes ao dia.

Gases Intestinais, contra Reumatismo, Calmante, Analgésico: Faça uma infusão com 2 xícaras(café) de folhas picadas de Capim-Limão ou Erva-Cidreira em 500ml de água. Tomar 1 xícara de chá 3 vezes ao dia.

Reumatismo, Resfriados, Bronquites, Rouquidão, Expectorante, Depurativo, contra Tosses Crônicas: Faça uma infusão com 1 xícara(chá) de folhas picadas de Guaco em meio litro de água. Tomar 1 xícara(chá) 3 vezes ao dia. Também em xarope; com 300 gramas de folhas verdes picadas, para 500ml de água. Depois de frio, acrescentar mel e tomar 1 colher de sopa de 4 a 6 vezes ao dia.

Calmante, Diurético, tosse de origem nervosa, Nevralgia, Erisipela, Emenagoga: Faça uma infusão com 2 xícaras(café) de folhas picadas de Maracujá em 500ml de água "SEM SER ABAFADO", pois as folhas quando picadas liberam gás cianidrico, que é venenoso, tomar 2 xícaras(chá) ao dia.

Cicatrizante, problemas Respiratórios, contra Cólicas, para Cansaço físico e mental, falta de Apetite, Inflamação dos olhos: Faça uma infusão com 1 xícara(café) de folhas secas de alecrim em 50ml de água, tomando 1 xícara ao dia ( uso interno) ou faça compressas sobre os olhos (uso externo).

Cicatrizante, Úlceras no Estômago e Intestinos: Aplicar sobre o local (levemente amassado) para cortes e feridas; e para o estômago e intestinos, comer em saladas as folhas de Bálsamo diversas vezes ao dia.

Antiespasmódico, Antífebril, tratamento de Tosses, tratamento de Gripe, Resfriados: Faça uma infusão de 20gr de poejo em 1 litro de água, tomar 4 a 5 xícaras ao dia.

Antidiarréia: Faça uma infusão com 1 xícara(café) de broto de Goiabeira em 500ml de água. Tomar 1 xícara de chá de hora em hora.

Gases do estômago e intestino, Hemorróidas (uso externo), Catarro intestinal: Faça uma infusão ou decoccção com um punhado de folhas e flores de Mil Folhas em 500ml de água. tomar 1 xícara por dia( uso interno). Em uso externo faça um chá bem mais forte(com mais quantidade de ervas), para banhos de assento, compressas e cataplasmas.

Calmante, Dores de Cabeça, Enxaquecas, Resfriados, Tosses: Faça uma decoccão com um punhado de folhas de Melissa em 500ml de água. Tome 1 ou 2 xícaras ao dia.

Problemas digestivos (Figado, Estômago, Vesícula): Faça uma infusão com 1 colher (sopa) de folhas frescas picadas de Boldo, em 1 xícara de chá de água fervente. Tomar 1 ou duas vezes ao dia.


Baixar o Colesterol: Faça uma decoccão(fervura) de casca de 1/2 Beringela crua ou seca, em 1 copo de água, durante 5 minutos. Abafe e espere descansar por 20 minutos, coe e reserve. Tome 1 xícara 2 vezes ao dia, sendo a primeira em jejum e a segunda ao dormir.
Pressão Alta: Fatie uma Beringela pequena, Deixe descansar para escorrer por alguns minutos, o suco que ela costuma minar. Bata no liquidificador com um copo de água ou laranjada. Coe. tome tudo em jejum diariamente.

Inflamação da Garganta, Corrimento Vaginal e Diarréia: Faça uma tintura com 2 colheres(sopa) de casca de Barbatimão picada em 1 xícara de álcool de cereais a 50% encontrado em farmácias. Deixe descansar por cinco a dez dias. Coe. Tome 1 colher de café diluida em um pouco de água, 2 a 3 vezes ao dia.

Artrite, Reumatismo, desintoxicação do organismo: Faça uma maceração com uma colher(cha) de raiz picada de Garra do Diabo em 2 copos de água fervente, deixando repousar abafado por 1 noite. Coe, espremendo bem os resíduos, Tome 1/2 copo 3 vezes ao dia, antes das refeições, durante 2 a 3 semanas seguidas.

Hemorróidas (com perda de sangue): Faça uma infusão de punhado de raízes picadas de Cinco-Folhas em 500ml de água, deixando ferver por 10 a 15 minutos. Deixe descansar antes de coar. tome 2 a 3 xícaras(café) por dia.

Gastrite (provocada por bebidas alcóolicas): Faça uma infusão com um punhado de flores e folhas de Cardo Santo, em 500ml de água, deixando repousar por 1 hora. Coar. Tomar 3 a 4 xícaras(café) por dia.

Guaco - A ciência já comprovou as propriedades medicinais do guaco e atestou seu efeito broncodilatador e expectorante


Quem nunca ouviu falar que um bom xarope de guaco é tiro-e-queda contra tosse, asma ou bronquite?

No inverno, quando aumenta incrivelmente a incidência de problemas do aparelho respiratório, por conta das gripes e resfriados, o guaco volta a figurar nas receitas caseiras. Embora isso tudo pareça mais uma “receita de comadres”, a verdade é que a ciência já comprovou as propriedades medicinais desta planta e atestou seu efeito broncodilatador e expectorante.

A planta também conhecida como erva-de-serpentes, cipó-catinga ou erva-de-cobra, pertence à família das Compostas. O guaco (Mikania glomerata) é originário do Brasil e sempre foi muito conhecido pelos índios brasileiros, que usavam a planta para combater o veneno das serpentes (daí vêm alguns dos seus nomes populares).


Ainda hoje, em algumas regiões do Brasil, o macerado das folhas é aplicado em forma de cataplasma sobre picadas de cobras e outros animais peçonhentos. Existe também a tradição de usar a planta fresca e nova (cujas folhas emanam um aroma intenso e agradável) para manter as cobras afastadas.

CultivoO guaco é uma planta que se desenvolve bem em locais com clima ameno, como os da região Sul e boa parte do Sudeste.

Trata-se de um arbusto lenhoso e cheio de ramos, que cresce como uma trepadeira, embora não tenha garras para se prender e precise de suporte como apoio. As folhas apresentam um tom verde brilhante e são levemente escuras na face superior e mais claras no verso. A floração, de cor branca ou amarelada, surge na forma de pequenos capítulos.


É importante lembrar que o guaco só floresce quando cultivado em locais onde possa receber luz solar direta.Para o plantio, recomenda-se solo arenoso e rico em matéria orgânica. O plantio se faz por estacas de caule que apresentem pelo menos dois nós.

Após o enraizamento, a muda deve ser transplantada para um local que lhe sirva de suporte.


No caso de optar-se pelo plantio em vasos ou jardineiras, é necessário providenciar um apoio. Por ser uma planta relativamente rústica, o guaco não exige muitos cuidados.

Para garantir um crescimento robusto, é recomendável, por ocasião do plantio, incorporar ao solo uma adubação com húmus de minhoca.


Nos períodos de seca é importante estar atento para manter a terra úmida, irrigando sempre que necessário, mas evitando encharcamentos.

Tanto as folhas como as flores podem ser usados com finalidades medicinais. A colheita se dá normalmente seis meses após o plantio, quando é possível colher as primeiras folhas.

Usos e receitas


O uso do guaco como planta medicinal é muito antigo. Em 1870, chegou a ser criado um produto preparado com hastes e folhas da planta - era o Opodeldo de Guaco que durante décadas foi considerado um “santo remédio” contra bronquite, tosse e reumatismo.

Cientificamente já está provado que o guaco apresenta propriedades medicinais expectorantes e broncodilatadoras, sendo indicado no combate à tosse, asma, bronquite, rouquidão e outros sintomas associados à gripes e resfriados.

Popularmente, o guaco continua sendo usado para tratar reumatismo, infecções intestinais e cicatrizar ferimentos.

A planta não apresenta princípios tóxicos, entretanto, deve ser usada com cautela, evitando-se todo tipo de excesso. Para o uso em crianças, é recomendável sempre a metade da dose indicada para os adultos.


Algumas receitas:

Chá de guaco: Colocar 5 g (cerca de uma colher de chá) de folhas secas em meio litro de água fervente. Abafar e depois coar. Pode ser tomado como um chá comum, três vezes ao dia.


Dica: para secar as folhas, pendure-as amarradas em maço, num local arejado e sem umidade.


Xarope de guaco com mel: Coloque um punhado de caules e folhas em 2 e 1/2 litros de água fervendo, deixando no fogo até reduzir para 1/2 litro.

Espere esfriar um pouco, filtre, junte 250 g de açúcar e ferva até o ponto de xarope. Desligue e acrescente 3 colheres(sopa) de mel.

Deixe esfriar e guarde em um vidro bem limpo e seco. Usar como um xarope, três vezes ao dia.


Xarope de guaco: Ferver água e açúcar em ponto de calda.

Juntar um chá bem forte de guaco e misturar até incorporar bem. Para aliviar a tosse, recomenda-se 1 colher (sopa) três vezes ao dia.


Receita cicatrizante: Ferver algumas folhas de guaco com um pouco de água, juntando uma pequena quantidade de raiz de confrei e um pouco de casca de romã.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Rituais de banhos para começar o ano com boas energias

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terça-feira, 20 de julho de 2010

Murta (Myrtus L.)



Murta (Myrtus L.) é um gênero botânico que compreende uma ou duas espécies de plantas com flor, da família das Myrtaceae, nativo do sudoeste da Europa e do Norte de África.

São plantas arbustivas ou arborescentes, com muitos ramos, de folha persistente, que podem crescer até 5 m de altura. As suas folhas, coriáceas e verde-escuras, medem 3 a 5 cm de comprimento e cerca de 1,5 cm de largura, com um cheiro geralmente considerado agradável quando esmagadas devido ao seu óleo essencial disposto por diversas pontuações ao longo do limbo.


As folhas são inteiras, ovado-lanceoladas, agudas, em filotaxia oposta-cruzada ou decussada (o par de folhas superior encontra-se em situação cruzada com o inferior, e cada par encontra-se disposto ao mesmo nível, pecíolo contra pecíolo).

As flores, geralmente brancas (podem ter também uma coloração rosada), têm cinco pétalas e um número elevado de estames. O fruto é uma pseudobaga carnuda, elipsóide, azul-escura ou negra, contendo várias sementes. A polinização é feita por insetos e a dispersão das sementes é efetuada por pássaros que se alimentam das bagas.

O seu habitat preferencial é xerofílico (seco) e em solos sem calcário.

A murta-comum, também designada como mirta, mirto, murta-cheirosa, murta-cultivada, murta-das-noivas, murta-do-jardim, murta-verdadeira, murteira, murtinheira, murtinheiro, murtinho, murtinhos e murto, está vastamente distribuída pela região mediterrânica, sendo muito cultivada por todo o mundo.


Nos Açores é ainda designada como murtão. A subespécie Myrtus communis tarentina, Lineu, é designada como murta-dos-jardins ou murta-das-folhas-pequenas, sendo apreciada pela sua copa arredondada, folhagem densa e flores aromáticas.

Outra espécie, conhecida como murta do Sara (Myrtus nivellei), tem a sua área de distribuição restrita às montanhas de Tassili n'Ajjer, na Argélia meridional, e nos Montes Tibesti no Chade, onde ocorre em pequenas áreas de bosques vestigiais, perto do centro do Deserto do Sara e é considerada uma espécie em perigo de extinção. Contudo, alguns botânicos não a consideram suficientemente distinta da Myrtus communis para constituir uma espécie à parte.

Usos e simbolismo
Na mitologia grega, a murta era consagrada a Afrodite. O mesmo aconteceria na mitologia romana, em que Vênus recebia o título de Murcia, que a relaciona a esta planta. De fato, desde a antiguidade que esta espécie está relacionada com rituais e cerimônias solenes já os Gregos a utilizavam para adornar as noivas com grinaldas, como ainda por vezes acontece hoje em dia, existindo também referências no Antigo Testamento a este modo de adornar as noivas. A madeira de murta (Mirra) era ainda usada para incensar cerimônias religiosas na Grécia Antiga.

Murta com as pseudobagas carregadas de sementes. São cultivadas ainda por causa do seu óleo essencial, usado em perfumaria e mesmo como condimento. São utilizadas também como plantas ornamentais e na prática do xeriscaping (conservação da humidade, valorizando-se a sua capacidade de tolerância às altas temperaturas e verões secos. A sua madeira é bastante apreciada na criação de artefatos, usando tornos mecânicos. As raízes e a casca são utilizadas na extração de tanino. Tem sido considerada como planta medicinal por diversas práticas de medicina tradicional.

Nas ilhas da Sardenha e Córsega produz-se um licor digestivo, chamado mirto, macerando bagas de murta em álcool; ao licor atribuem-se virtudes curativas de doenças da boca e sistema digestivo.

Das folhas e flores destiladas faz-se uma água usada como cosmético, chamada água-de-anjo.

Usam-se também ramos e folhas de murta (Mirra)/ (Hadass) no lulav, durante a festividade judaica do Sucot.


ALINE SANTOS: É Jornalista, Terapeuta Holística, Taróloga, Cabalista, Professora, Escritora, Palestrante, e atende nas áreas de Florais de Bach, Fitoterapia, Aromaterapia, Terapia com cristais, Reiki, Cura Prânica e Tarô Terapêutico.
E-mail: arcanjo.azul@hotmail.com